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ABRIL de 2011 |
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Começa o 3º Encontro dos Movimentos Sociais
de Minas Gerais
30/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Carta
de um Sem Terrinha aos participantes do encontro...
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Escola do Acampamento Novo
Paraíso - Jequitaí - MG
25 de Abril de 2011
Olá, como estão
vocês?
Meu nome é Emerson
Enio Soares Santos.
Sou uma criança Sem
Terra. Eu gosto de ir ao rio, brincar, capinar e andar de
bicicleta.
No meu Acampamento
tem uma Escola e eu estudo nela. Estou no 3º ano.
Gostaria que aqui
virasse Assentamento logo, pois a Reforma Agrária está demorando
muito.
A minha mãe está ai
em Belo Horizonte, lutando pela nossa querida terra.
A terra está cansada
de esperar.
Eu e meus colegas
acreditamos que vai dar tudo certo.
Abraços.
Emerson.
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Divulgue:
Audiência Pública na ALMG, dia
16/05/2011, segunda-feira, às 14h00.
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Belo Horizonte nunca viu tanta cara-de-pau
30/04/2011
- Enviado por Carlos Soares

Lacerda o
político de "mão cheia"
(Freud explica!)
Propaganda. Muita propaganda. É
propaganda para todo lado.
Belo Horizonte nunca viu tanta desfaçatez, calhordice e...
propaganda!
No aeroporto de Confins é distribuída
gratuitamente uma "revista", uma espécie de AÇÃO ENTRE
AMIGOS que reúne "jornalistas", o Governo de
Minas e a PBH do Sr. Lacerda.
Em troca de um "artigo" onde
enaltecem as "qualidades" de administrador e de político do Sr.
Marcio Lacerda e requentam uma tal pesquisa do Data Folha, a
PBH faz publicar anúncio de PÁGINA INTEIRA na dita
"revista", em uma mal disfarçada propaganda pessoal custeada
com dinheiro público. É a certeza da impunidade, da
inoperância do MP e do TCE. Não custa lembrar que o
Data Folha é aquele mesmo instituto que ganhou o "carinhoso"
apelido de Data Fraude nas últimas eleições presidenciais
por suspeitas de manipulação dos resultados até às vésperas do primeiro
turno.
Propaganda de uma página inteira
na revista "dos amigos", de distribuição gratuita, que
ninguém com dois neurônios compraria, é só mais um
canal que o Sr. Marcio Lacerda usa para fazer em Belo
Horizonte a maior, mais cara e mais mentirosa campanha
midiática em curso no país. Enquanto o povo sofre com o caos
provocado por obras mal administradas, sem planejamento ou
campanhas educativas visando a redução de impactos, o Sr.
Lacerda desperdiça verbas públicas em caríssimas operações
de marketing, para o deleite e repasto da imprensa
subserviente.
É preciso que o povo de Belo
Horizonte saiba que as obras em curso na cidade, visando a
Copa do Mundo de 2014, são, em sua grande maioria,
financiadas com recursos do Governo Federal, cabendo à PBH a
administração de tais obras. Graças a incompetência do Sr.
Lacerda estamos vivendo o inferno nosso de cada dia. E toma
dinheiro público para propaganda, que assim nossa nobre
imprensa fica "dócil, submissa, amiga e cega". O cidadão, ora, o
cidadão...
Veja as fotos
Divulgue:
Audiência Pública na ALMG, dia
16/05/2011, segunda-feira, às 14h00.
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O parecer da Procuradoria Geral de Justiça
25/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Para
conhecimento e apreciação dos colegas,
disponibilizo,
aqui, o parecer do ilustríssimo
Procurador de Justiça, Dr. José Pontes
Júnior no qual recomenda o deferimento do
agravo de instrumento protocolado pela
ASSEAP junto ao TJMG.
Para maior
facilidade dos colegas copio abaixo a parte
mais importante do parecer. Peço
encarecidamente que leiam, tentem
entender e divulguem. Na próxima semana
divulgarei o parecer do ministério Público,
fiquem atentos.
"... Haverá
fase de avaliação técnica. Nesse ponto,
pedindo vênia para antecipar nosso
entendimento, veremos que sublinhará o
agravado, num sofisma perceptível, que "A
necessidade imperiosa de processo seletivo
para escolha daqueles que irão se
beneficiar da permissão - e,
conseqüentemente, serão licenciados
para tanto " (fl. 222). Um belo sofisma¹,
cabe-nos assinalar;"
¹ sofisma
- argumento ou raciocínio concebido com o
objetivo de produzir a ilusão da verdade,
que, embora simule um acordo com as regras
da lógica, apresenta, na realidade, uma
estrutura interna inconsistente, incorreta e
deliberadamente enganosa - Dicionário
Houaiss
Nem será
verdadeiro que a Agravante inovou, em
relação ao pedido aduzido na inicial. Nem
vemos impropriedade de numa ação direta de
inconstitucionalidade contra o Decreto
Municipal nº 14.246/2010, objeto de vários
pontos de admiração com os quais
extravasou-se o Agravado: o Município tem a
sua lei de regência sobre a Feira da Afonso
Pena: é o Código de Posturas do Município a
Lei nº 8.616/03, regulamentado, no uso da
autonomia municipal, pelo anterior Decreto
nº 12.812, de 10 de agosto de 2007. O atual
Decreto não é puramente regulamentador: não
se contém no Código de Postura, e amarra-se
a uma Lei Federal que não atende ao peculiar
interesse municipal nem se contém no tópico
em exame, numa não consentida inovação do
direito local, sem a co-participação do
Legislativo no processo
No mérito,
vê-se que o Decreto nº 14.246, de
30/12/2010, foi um engenhoso expediente de
que se valeu o Executivo Municipal para
subverter a natureza da Feira da Afonso Pena
e do direito municipal posto.
Mostra-nos a
Agravante, em assertivas não contrariadas
pelo Recorrido, que o Código de Posturas de
Belo Horizonte, Lei 8.616/2003, um peculiar
interesse incontestável, dispõe, no seu art.
182:
Art. 182 - As
feiras serão coordenadas por uma comissão
paritária constituída, em igual número, por
representantes do Executivo e dos feirantes,
com suplencia, sendo que haverá uma comissão
para cada uma das modalidades de feira
previstas no art. 176 deste Código.
§ 1º - Os
representantes dos feirantes serão eleitos
diretamente entre os licenciados nas feiras,
em processo autônomo.
§ 2º - Os
membros suplentes serão escolhidos da mesma
forma que os membros titulares.
§ 3º - O
mandato dos membros da comissão paritária
será de 1 (um) ano, renovável uma vez por
igual período.
§ 4º - Os
membros da comissão paritária não farão jus
a qualquer espécie de remuneração.
§ 5º - Serão
excluídos da comissão paritária os membros,
titulares ou suplentes, que faltarem
injustificadamente a mais de 4 (quatro)
reuniões por ano.
§ 6º - O
regulamento deste Código definirá as regras
de funcionamento e. de realização das
reuniões da comissão paritária, considerando
as prescrições desta Subseção.
Já o art. 184
dispões o seguinte:
Art. 184 - À
comissão paritária compete:
I -
solicitar ao Poder Público a constituição de
grupo técnico de avaliação, sempre que
entender necessário;
II -
organizar e orientar o funcionamento das
feiras;
III -
manifestar-se sobre os recursos impetrados
por feirantes em caso de aplicação de
penalidade.
Há
suficientes elementos de convencimento pelos
quais esse trecho da legislação aplicável,
num instituto em que há representantes da
Administração Pública, paritariamente,
ascende ao artigo 1º e §1º da Constituição
Federal:
Art. 1º A
República Federativa do Brasil, formada pela
união indissolúvel dos Estados e Municípios
e do Distrito Federal, constitui-se em
Estado Democrático de Direito e tem como
fundamentos:
Parágrafo
único. Todo o poder emana do povo, que o
exerce por meio de representantes eleitos ou
diretamente, nos termos desta Constituição.
O art. 37,
§3º, da Carta Mor, possibilita ainda a
criação de outras formas de participação do
usuário na Administração Pública:
Art. 37 (...)
§ 3º A lei
disciplinará as formas de participação do
usuário na administração pública direta e
indireta
A Comissão
Paritária, como se vê, atua sobre questões
da Feira de Arte, Artesanato e Variedades da
Afonso Pena. E compõe "ex vi legis" o
direito municipal.
A
Constituição do Estado de Minas Gerais
repeti-lo-á:
Art. 165 - Os
Municípios do Estado de Minas Gerais
integram a República Federativa do Brasil.
§ 1º - O
Município, dotado de autonomia política,
administrativa e financeira, organiza-se e
rege-se por sua Lei Orgânica e demais leis
que adotar, observados os princípios da
Constituição da República e os desta
Constituição. (...)
§ 4º - Todo o
poder do Município emana do povo, que o
exerce por meio de representantes eleitos ou
diretamente, nos termos de sua Lei Orgânica
e da Constituição da República.
Art. 169 - O
Município exerce, em seu território,
competência privativa e comum ou
suplementar, a ele atribuída pela
Constituição da República e por esta
Constituição.
Tal a
dignidade da Comissão Paritária em exame, na
ordem das medidas adotadas pelo Executivo
Municipal para reformá-la indevidamente, a
nosso aviso. Seus representantes são
indicados pela comunidade, nos termos da Lei
Orgânica:
Art. 2º (...)
§ 1º - O
exercício indireto do poder pelo povo no
Município se dá por representantes eleitos
pelo sufrágio universal e pelo voto direto e
secreto, com igual valor para todos, na
forma da legislação federal, e por
representantes indicados pela comunidade,
nos termos desta Lei Orgânica.
§ 2º - O
exercício direto do poder pelo povo no
Município se dá, na forma desta Lei
Orgânica, mediante:
I -
plebiscito;
II -
referendo;
III -
iniciativa popular no processo legislativo;
IV -
participação na administração pública;
V - ação
fiscalizadora sobre a administração pública.
Aí reside a
Comissão Paritária (incisos IV e V). E há o
§3º:
§ 3º - A
participação na administração pública e a
fiscalização sobre esta se dão por meio de
instâncias populares, com estatutos
próprios, aprovados pela Câmara Municipal.
Por fim, o
art. 3º da LOM isto dispõe:
Art. 3º - São
objetivos prioritários do Município, além
daqueles previstos no art. 166 da
Constituição do Estado:
I - garantir
a efetividade dos direitos públicos
subjetivos;
II -
assegurar o exercício, pelo cidadão, dos
mecanismos de controle da legalidade e da
legitimidade dos atos do Poder Público e da
eficácia dos serviços públicos:
Aduz a
Agravante que o desrespeito à competência de
qualquer comissão paritária atinge os
princípios da República e Democracia, o
sistema que informa a pretensão resistida.
Informa-nos que o poder do Chefe do
Executivo em administrar a feira não é
inibido nem conflita com os poderes
outorgados à Comissão Paritária.
Ela não é
exclusividade do Município de Belo
Horizonte: está presente na maioria dos
Municípios do País. E não são
particularidades deste: estão disseminados
por nações cultas. Sua história pode ser
pesquisada no Google, sob a denominação
"Comissões Paritária" ou mistas, populares
ou participação popular na administração
pública.
A agravante
vai a importante distinção, piamente
ignorada pelo agravado: cumpre separar
conveniência e oportunidade, prerrogativas
da Administração, com o que denomina
usurpação às regras da competência da
comissão paritária. Terá faltado ao Senhor
Prefeito com o significado e as
consequências do quadro formado pela só
existência desta, integrante que é da ordem
jurídica.
O Decreto nº
14.246/10, como dito ficou, revogou o
Decreto nº 12.818/7, e passa como se fora
regulamentação municipal de importante Lei
Federal, que não guarda pertinência com a
autonomia do Município no dispor, segundo o
direito posto, sobre matéria do seu marcante
interesse, a saber, os cuidados com a
ocupação de seus espaços públicos
qualificados por aqueles que dizem respeito
aos seus artistas, artesãos e produtores de
variedades.
Esfalfa-se a
Agravante em demonstrar que o trabalho dos
artistas, de modo geral, não se inscreve no
rol dos serviços públicos, e sim,
radicalmente na outorga - o termo concessão
detém vários significados - de licença para
o exercício de atividades criativas, a
licença tem significado e lugar bem precisos
em relação aos institutos da permissão de
exploração de serviço público e concessão de
serviço público pelos administradores.
Definem-nos autores de tomo.
A permissão e
a concessão não cabem na regulação das
atividades desenvolvidas numa feira de
artes.
Afetando
alguma candura, a Prefeitura fez vincular
nos jornais a notícia de que deveria licitar
a Feira de Artes da Afonso Pena até
31/12/210, pois cuidava-se de exigência
imposta pelo art. 58 da Lei Federal nº
11.445/07, que veio modificar a anterior Lei
nº 8.987/95 (art. 42). O texto veio
transcrito à fl. 143.
Os institutos
da concessão e permissão são definidos por
esta última, modificada por aquela (fls.
144/145). Interessa-nos a figura da
permissão de serviço público, que será a
delegação, a título precário, mediante
licitação, da prestação de serviços
públicos, feita pelo poder concedente à
pessoa física ou jurídica que demonstra
capacidade para o seu desempenho, por sua
conta e risco.
Importante:
essas leis falam-nos de concessão e
permissão. O Código de Posturas de Belo
Horizonte, que ascende à Constituição
Federal pela Constituição Estadual e Lei
Orgânica Municipal, estatui que:
Art. 167 - A
participação em feira depende de prévio
licenciamento e da expedição do respectivo
documento de licenciamento.
§ 1º - O
documento de licenciamento para participação
em feira terá validade de 1 (um) ano,
podendo, a critério do Executivo, ser
renovado ao final do período por igual
prazo.
§ 2º - Para a
renovação do documento de licenciamento
deverá ser encaminhado ao órgão competente
requerimento instruído com cópia do
documento vigente e comprovação de pagamento
da última taxa devida.
O expositor
da feira de artesanato, pois, não presta
serviço público, nem será destinatário de
delegação de execução de serviço público.
Não será,
portanto, destinatário de permissão
remunerada de uso, de caráter pessoal e
precário, numa alteração que afeta
desconhecer a linha de desdobramento que tem
seu início na Constituição Federal, passando
pela Constituição Estadual, Lei Orgânica do
Município de Belo Horizonte, Código de
Posturas, enfim, leis formais e materiais,
de que o decreto será mero regulamento. O
Senhor Prefeito Municipal de Belo Horizonte,
vénias reiteradas, agiu com excesso de
poder, contrariamente ao que dispunha o
revogado Decreto n° 12.818/2007, que se
continha na linha das Leis Municipais de
regência.
Isso não se
dá com o Decreto n° 14.246/10, que instala
no Município o regime da permissão sem a
participação necessária do Legislativo
Municipal, Uma supressão no "item" que se
torna uma excrescência não observável no
foro municipal.
Nessas
condições vigoram ainda as disposições do
Decreto revogado. O Edital, na esteira do
Decreto novo, não se impõe a observância no
território municipal. E evasão do direito,
já instituída pelo açodamento em que foi
trazido à lume, em prol de matéria de larga
repercussão e grandes decepções para aqueles
que depositarem suas esperanças nesse novo
diploma.
Pois no
trajeto Constituição e Código de Posturas
Municipal, exige-se o empenho das atividades
co-legiferantes de Legislativo e Executivo,
nessa ordem. O Prefeito Municipal não será
recipiendário direto de norma geral federal,
com os nossos respeitos.
Depois, todos
os problemas que o Executivo pretende
resolver pela via sumária de um diploma
isolado - vale, mais que a lei isolada, a
ordem jurídica - tidos como removíveis por
essa via achada mais econômica e sumária,
não se removem, senão pela aplicação
diuturna das Leis Municipais e decretos,
simultaneamente, pelo caminho aberto pela
fiscalização.
Vê-se, pois,
que não são negligenciáveis as razões pelas
quais o "fumus boni iuris" se faz presente
no agravo de instrumento. Porém, menos que o
"periculum in mora", há conveniência e
oportunidade no deferimento da liminar, tal
a propaganda desencadeada pela
Municipalidade em prol dos aspectos
econômicos da indevida transformação dos
institutos, ao passo que, "data vénia"
fala-se em inclusão social. Isso é matéria
de verificação dos componentes das comissões
encarregadas de verificar a maestria na
execução dos trabalhos a cargo dos
candidatos. A obra de real mérito poderá ser
reconhecida pela realização pessoal do
hipossuficiente, jamais por norma
regulamentar. Qualidade não é quantidade.
O Município,
está visto, acalenta o sonho de milhares de
pessoas, à conta do prestígio da Feira da
Afonso Pena, que ultrapassa as fronteiras do
país, em razão do mérito dos expositores. É
menos séria a afirmativa de que oneram-se os
custos por força da dispersão do candidato
pelo Estado, historicamente fonte rica de
recordações e reminiscências do Brasil
Colônia.
A
Municipalidade não pode indenemente vulnerar
o patrimônio mineiro, mesmo porque Belo
Horizonte é carecedora de eventos atrativos,
vale pela convergência de artesãos para o
celebrado encontro.
Para atalhar
a eventualidade de tumultos ante a enfausta
iniciativa da Prefeitura Municipal, que
vulnera o direito posto, urge recolocar a
Feira prestigiosa aos cuidados dos bons
artífices, sem ofensivo e quase subliminar
refrão da inclusão social. O mais há de
obter-se pela insistente fiscalização.
Do exposto,
somos, respeitosamente,
Pelo
provimento do recurso.
Belo
Horizonte, 14 de março de 2011.
JOSE PONTES
JÚNIOR
Procurador de
Justiça
Divulgue:
Audiência Pública na ALMG, dia
16/05/2011, segunda-feira, às 14h00.
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Duas questões...
23/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Em uma postagem
anterior eu mencionei que os colegas devem
prestar atenção às reivindicações do
SindPol, Sindicato dos Servidores da
Polícia Civil. Alguns colegas me
questionaram os por quês, fato que me faz
retornar ao assunto. Interessante como
a questão da Segurança Pública
chama a atenção, não estava ligado nisto,
mas vamos ao que importa.
Na última
reunião preparatória para o Encontro dos
Movimentos Sociais tive a oportunidade de
ouvir o presidente do SindPol, o
investigador Denilson Martins. Na
oportunidade, além de colocar o SindPol ao
lado dos Movimentos Sociais, o Sr. Denilson
fez um discurso muito interessantes sobre a
gestão da segurança pública em nosso
Estado.
Além da questão
salarial, a luta da Polícia Civil é também
pela mudança de paradigmas, pela formação de
uma Polícia mais técnica, especializada,
preparada e cidadã. O Sr. Denilson deixou
claro que os paradigmas que orientam as
ações policiais em nosso Estado são, ainda,
uma herança do regime autoritário e são assim
mantidos por conveniência dos governantes. Contra este fato se insurge a
corporação policial civil.
Em uma colocação
muito lúcida sobre a questão da Polícia
Militar, caso específico da ROTAM, o
investigador observa a cilada em que a
sociedade está prestes a cair: a troca da
ROTAM pela GEPAR, Grupo Especializado em
Áreas de Risco. No entendimento dele, é a
troca da marginalização do indivíduo (ROTAM)
pela marginalização do bairro inteiro (GEPAR).
Porque as regiões pobres devem ser
policiadas pela ROTAM ou pelo GEPAR e os
bairros, ditos "nobres", pelas Patrulhas
Comunitárias?
Outra questão
importante diz respeito ao policiamento nas
cidades mais pobres, onde a ação das
polícias é inibida pela falta de cooperação
das Prefeituras Municipais nas despesas da
corporação. Esta regra, não escrita, faz com
que as cidades que podem cooperar mais,
tenham um policiamento melhor e de mais
qualidade, em detrimento das cidades mais
pobres e menos desenvolvidas.
Pena não ter
gravado a participação do Sr. Denilson
Martins, pois foi mais do que lúcida,
elucidativa. O relato que faço é de memória,
coisa de artesão, brincando de jornalista. A
classe policial civil estará na manifestação
do dia 02/05/2011 na Praça Sete, o que gerou
uma brincadeira dos companheiros: será a
primeira concentração de movimentos
populares com segurança particular paga pelo
Estado. Quem viveu os anos de chumbo sabe o
quanto isto é agradável de se vivenciar.
A segunda
questão é rápida e fácil.
Porque não
repercuto os recados enviados pela PBH?
Primeiro, não acredito na PBH; segundo, não sou menino de recados e
o feirahippie.com não fará o papel de.
Simples assim!
Divulgue:
Audiência Pública na ALMG, dia
16/05/2011, segunda-feira, às 14h00.
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Especial MPB
23/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Tem um especial,
na
Sala de Cultura, somente com MPB.
Divulgue:
Audiência Pública na ALMG, dia
16/05/2011, segunda-feira, às 14h00.
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ALMG - Audiência Pública, dia 16/05/11, às
14h00.
22/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Você NÃO PODE
FALTAR:
Audiência
pública na Assembleia Legislativa de Minas
Gerais para discutir o projeto de lei do
deputado Rogério Correia, que declara a
Feira Hippie de Belo Horizonte, a NOSSA
feira, PATRIMÔNIO IMATERIAL DO ESTADO DE
MINAS GERAIS.
Dia 16/05/2011, segunda-feira, às 14h00, no
auditório da ALMG.
Mapa
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ALMG - Audiência Pública: 16/05/2011 às
14h00
22/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Já tem data
marcada a Audiência Pública sobre o projeto
de tombamento da Feira Hippie de Belo
Horizonte da Assembleia Legislativa de Belo
Horizonte. A audiência, marcada pela
Comissão de Cultura. será do dia
16/05/2011, segunda-feira, às 14h00.
O gabinete do
deputado Rogério Correia e os colegas da
ASSEAP farão a divulgação da audiência, via
impressos e pessoalmente, nas Feiras das
próximas semanas. Não custa relembrar a
importância que a aprovação do projeto de
tombamento, ou seja, a Declaração oficial da
Feira Hippie de Belo Horizonte como
Patrimônio Cultural e Turístico do Estado de
Minas Gerais tem para nós expositores.
Como Patrimônio
Imaterial do Estado a Feira estará
resguardada das ações oportunistas,
desonestas e desarrazoadas de
governantes do futuro e do presente.
O colega
expositor já tem noção do estrago que pode
fazer a aliança entre o administrador
irresponsável e os vigaristas "de todas as
espécies" que se escondem atrás de
instituições, ONGs e OSCIPs que não passam
de fachadas para negociatas com o dinheiro
público e a exploração de incautos. Não
permita que a história se repita: LUTE,
DENUNCIE, PARTICIPE!
Entre os dias
30/04 e 02/05/2011 a cidade de Belo
Horizonte será sede do 3º Encontro dos
Movimentos Sociais, fique atento, informe-se
aqui. |
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Não me deixe ser mal interpretado
22/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Nesta data, que
para muitos é de reflexão e oração, desejo
compartilhar uma canção feita em 1965
especialmente para Nina Simone. Esta é uma
das canções mais gravadas de todos os
tempos. Neste sítio, na
sala de cultura, tem o vídeo com uma
versão de 1966, pelo
The Animals.
Além do vídeo,
onde Nina faz uma interpretação reduzida da
canção, coloco a disposição
duas outras
versões: a original, gravada em 1965 e a
última versão, muito próxima da do vídeo,
porém completa, e que revelam todo o talento
e originalidade desta grande pianista,
compositora, interprete e ativista pela
igualdade racial. O vídeo, se já não estiver
nesta página, ao lado e no alto, está
aqui, a tradução da letra aí
abaixo:
Querida, você me
entende agora?
Ás vezes eu fico
um pouco nervoso
Mas você deveria
saber que não há ninguém vivo
Que consiga ser
sempre um santo
Quando as coisas
dão errado, eu pareço estar mal
Mas eu sou
apenas uma criatura com boas intenções
Oh, Deus, por
favor, não me deixe ser mal interpretado
Querida, às
vezes eu estou tão despreocupado
Que é difícil
esconder a minha alegria
E às vezes
parece que tudo o que eu tenho que fazer é
me preocupar
Então você me
obriga a ver o outro lado
Mas eu sou
apenas uma criatura com boas intenções
Oh, Deus, por
favor, não me deixe ser mal interpretado
Se eu pareço
irritado, eu quero que saiba
Que eu jamais
quis descarregar em você
A vida tem seus
problemas e eu assumo a minha parte deles
E essa é uma das
coisas que jamais terei intenção de fazer
Pois eu te amo
Oh, Oh querida
você deveria saber que sou humano
Tenho momentos
reflexivos como qualquer outro
Algumas vezes eu
me pego lamentando
Sobre coisas
ridículas, coisas simplórias que fiz
Mas eu sou
apenas uma criatura com boas intenções
Oh, Deus, por
favor, não me deixe ser mal interpretado
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3º Encontro dos Movimentos Sociais -
preparação
21/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Aconteceu ontem
(20/04/2011),
na sede do Sindicato dos Jornalistas, a
penúltima reunião preparatória para o 3º
Encontro dos Movimentos Sociais.
A reunião serviu
para os últimos ajustes, definição dos
temas, composição das mesas, apresentação do
logotipo, etc. Questões como transporte,
acomodação (acampamentos) e alimentação
foram enfatizadas e merecerão atenção
especial nestes próximos dias.
Com a
apresentação do logotipo, o
site
de referência do evento foi finalizado e
já está no ar. A criação do site e sua
hospedagem, bem como a cobertura do
encontro, nos dias 30/04 a 02/05, são
contribuições da ASSEAP e do feirahippie.com
em nome da Feira Hippie de Belo Horizonte.
Não deixe de
acompanhar, apoiar e participar, lembre-se:
os movimentos sociais populares são o
contraponto legítimo às mentiras e aos
desmandos perpetrados por governos
descompromissados com o povo. A realidade é
o melhor antídoto contra o choque
de marketing, opção preferida dos nossos
atuais e irresponsáveis governantes.
Quem tem que
suportar o trânsito caótico de Belo
Horizonte e ainda pagar as taxas, os IPTUs e
ITBIs que são cobrados pela PBH do Sr.
Lacerda e depois desperdiçados em
propagandas, caríssimas e intermináveis,
sabe do que estamos falando.
Acompanhe com
atenção as reivindicações do
SindPol, Sindicato dos Servidores da
Polícia Civil, são muito mais profundas do
que simplesmente aumento de salário,
abrangem também os métodos e as concepções
policiais herdadas dos tempos ditatoriais e
mantidas assim por conveniência dos governos
"democráticos". |
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Vem aí o I Seminário Nacional Feira
Hippie...
20/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Aguardem...
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A carteira estava vencida...
19/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
... mas ele
estava sóbrio!
Mais tonto estava quem acreditou
que o Sr. Lacerda era um administrador
competente,
um homem sério e em outras piadas que o brilhante senador "carioca"
contava. |
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Expositores recorrem por suspensão de edital
19/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
O Tempo 19/04/2011
Os expositores
da Feira de Artes e Artesanato da avenida
Afonso Pena (Feira Hippie), entraram ontem
com um recurso na Vara de Fazenda Pública
para tentar paralisar ou encerrar o edital
da Prefeitura de Belo Horizonte para a
ocupação das barracas da feira - o processo
está na segunda fase, que consiste na
análise de questionário e sócio-econômico.
Na semana
passada, a Prefeitura de Belo Horizonte
conseguiu autorização para continuar com o
edital - se o processo for finalizado, 2.292
novos expositores serão autorizados. Os
feirantes reclamam e apostam nas
determinações do Código de Posturas da
cidade para tentar barrar o processo
licitatório. "Antes do decreto, tínhamos uma
licença para trabalhar na feira. Depois que
ele foi publicado, passamos para permissão.
Essa mudança de nomenclatura faz necessária
uma licitação para a exposição na feira",
explicou o coordenador
da Associação dos Expositores da Feira de
Arte e Artesanato da Afonso Pena (ASSEAP),
Alan Vinícius.
A prefeitura
aguarda o resultado do recurso dos
expositores para se pronunciar sobre o caso.
A assessoria de imprensa informou apenas que
o edital está sendo reavaliado. (GS) |
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Lacerda: o mito se desfaz, a popularidade
despenca
18/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Trânsito
caótico, aquisição de radares sem licitação,
agentes de saúde insatisfeitos, recordes
negativos no combate à dengue, truculência,
arrogância: o mito do "administrador
eficiente" desaba e leva junto a
popularidade do prefeito Marcio Lacerda.
Você que está
lendo esta postagem agora, provavelmente
perdeu duas ou três horas do seu dia no
trânsito caótico de nossa cidade. Daqui a
pouco verá propagandas imensas e caríssimas
da PBH "pedindo desculpas" e afirmando que o
caos é passageiro e as obras são para
sempre.
O que eles não
dizem nas propagandas é que com planejamento
e campanhas educativas você não perderia o
seu tempo todos os dias. As obras,
importantes, 90% delas financiadas com
dinheiro do Governo Federal, deveriam ter
sido precedidas de medidas de REDUÇÃO DE
IMPACTO e não o foram.
Com tanta verba
para a propaganda enganadora e leviana não
sobrou verba e/ou eles não tiveram
competência para planejar, melhorar e
sinalizar decentemente os desvios e as rotas
alternativas. Com tanto dinheiro
desperdiçado na contratação de OSCIPs de
qualidade e reputação duvidosa para as mais
desvairadas e obscuras ações não sobrou
dinheiro para as campanhas educativas do
tipo: VÁ DE ÔNIBUS, FORME GRUPOS E NÃO ANDE
COM O CARRO VAZIO e tantas outras ações que
não são novidade e já foram testadas com
sucesso em cidades governadas por
administradores sérios e competentes.
É claro que
campanhas como o VÁ DE ÔNIBUS requereria
ações anteriores, como o aumento dos
horários disponíveis e da frota, coisa
impensável em uma administração que prima
por manter o "bom relacionamento" com as
concessionárias de transporte público:
aumento neste seguimento, só o das TARIFAS!
No caótico
trânsito gerido pela PBH do Sr. Lacerda,
talvez você, tenha sido multado por algum
dos radares "arrecadatórios" espalhados pela
cidade, pois saiba que a maioria deles
foi adquirida sem licitação e de
empresas que estão sendo investigadas por
fraudes em todo o Brasil. Em BH, radar é
para arrecadar, antes e depois de instalado,
educação e segurança, claro, são só
desculpas esfarrapadas.
Você já teve
oportunidade de acompanhar a atuação da
Guarda Municipal nos engarrafamentos que se
formam todos os dias no hiper centro? Se já,
pode observar que eles lá estão, não para
orientar ou fazer o trânsito fluir, senão e
apenas para MULTAR.
A dengue fez a
festa nestes dois anos e pouco de
incompetência e descaso com a cidade. Na
semana que passou, se você, por qualquer
motivo necessitou de atendimento médico em
um dos Centros de Saúde da PBH,
provavelmente se deu mal, os funcionários
estão parados em protesto contra o arrocho
salarial e de direitos a que estão sendo
submetidos. Os professores também já
articulam uma reação aos desmandos e
falácias perpetrados pela administração
Lacerda.
No caso da Feira
Hippie, que você já conhece, fica a cada dia
mais evidente a indecência e os objetivos
pouco republicanos da licitação e do Edital
elaborado a "quatro mãos" pela PBH e pela
"empresária" Tânia Machado. A ignorância, a
arrogância e a dissimulação do prefeito
Lacerda ficou patente em todo o desenrolar
do processo até o momento.
Belo Horizonte
vive dias de arraial, um Arraial do Curral
Del Rey. Somos obrigados a conviver com o
CHOQUE DE MARKETING e o descalabro
administrativo, mas a reação já começou e a
popularidade do prefeito despenca a cada
dia. Aguarde e poderá comprovar, vem aí mais
e mais e mais propaganda, afinal, para a
administração Lacerda, não passamos de tolos
que não enxergam a verdade a um palmo do
nariz. Então, TOME PROPAGANDA, que
dinheiro para isto NÃO FALTA.
Em tempo:
Antes que eles
explorem como projeto deles, informo que a
reforma e pintura do conjunto IAPI é uma
iniciativa e terá a maior parte dos
custos cobertos pela AkzoNobel, fabricante
das Tintas Coral. A PBH entra como mero
agente facilitador. Já realizaram este tipo
de ação em Recife / PE. Veja,
aqui |
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Os amigos do Lacerda
18/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Aécio Neves tem habilitação apreendida no
Rio e se recusa a fazer teste do bafômetro.

Este é só mais
um dos vexames na lista do eminente senador
"carioca". Não se esqueçam de que este mesmo
senador foi o mentor e maior responsável
pela eleição do atual prefeito do Arraial do
Curral Del Rey, o insano, arrogante e
riquíssimo Marcio Lacerda.
As consequencias do ato de Aécio
CONSEQUÊNCIAS DO ATO DE AÉCIO,
aqui.
Enquanto isso, no maior jornal de Minas…
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Deputado do castelo ganha cargo em Minas e
Anastasia minimiza
Dois dias depois
o Governo foi forçado a reconhecer o erro e
demitir os fichas sujas, mas se dependesse
do governador... ele não viu "nada demais".
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Superintendência de Comunicação do governo
de Minas informou que o processo licitatório
do edifício do Ipsemg ocorreu dentro da lei
Dois dias depois
a licitação foi suspensa pelo Tribunal de
Contas do Estado,
aqui. Acredite se quiser, o valor do
aluguel mensal do prédio de 15 andares, em
plena Praça da Liberdade, foi fixado em R$
15.000,00, isto mesmo, QUINZE MIL REAIS.
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Lacerda admite que quer segundo mandato e se
aproxima do PSDB
Como ficou fácil
de notar, eles se merecem, são "farinha do
mesmo saco", nós é que merecemos
administradores muito melhores: basta de
"choque de MARKETING". 2012 vem aí, vamos
varrer o lixo de nossa cidade. |
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Expositores apreensivos, pero no mucho...
18/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Desejo parabenizar os colegas
expositores pela bela demonstração de
maturidade demonstrada no dia de ontem,
domingo. Para além da natural perplexidade, a frieza e
a descontração com que assimilaram a derrota
que nos foi imposta pelo juiz Alyrio Ramos
prova, com certeza, que já reconhecem a nossa
força, têm consciência dos apoios que
estamos recebendo e confiam na Justiça e nas entidades
que, verdadeiramente, cuidam de defender os
interesses de todos os expositores.
Noticias de hoje
sobre a Feira Hippie:
Estado
de Minas
Hoje Em Dia |
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3º Encontro dos Movimentos Sociais
17/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
encontro.debh.com.br
O
feirahippie.com e a ASSEAP apóiam e
participam do 3º Encontro dos Movimentos
Sociais de Minas Gerais. O encontro
acontecerá em Belo Horizonte nos dias 30/04,
01/05 e 02/05/2011. Apóie e participe você
também. Visite o site do encontro,
aqui. |
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Decisão do juiz Alyrio derruba liminar
16/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Estado de Minas - 16/04/2011
TJMG
- 15/04/2011
Matéria
publicada hoje no Estado de Minas,
aqui, informa que o "TJMG confirmou
ontem que a decisão do juiz Alyrio Ramos
derruba a liminar do tribunal. Os
desembargadores foram claros ao afirmar que
a liminar só tem validade até o julgamento
do mérito do mandado de segurança."
Diante deste
fato, e até prova em contrário, só me resta
pedir desculpas aos colegas pelas
informações incorretas que publiquei e
parabenizar a PBH pela vitória (de Pirro) e
o juiz Alyrio Ramos pela sábia decisão, que
prevalecendo, cassará a dignidade econômica
e desempregará 2500 famílias.
Reafirmo a minha
convicção de que a JUSTIÇA prevalecerá e a
sentença do juiz Alyrio será reformada na
segunda instância. Os colegas não devem se
abater com mais esta derrota. Vamos
trabalhar em paz e com tranquilidade,
atentos, mobilizados e unidos.
A cidade que
outrora se orgulhava de seu horizonte, belo,
altivo e liberto, está sendo reduzida, por
um governante rico, insano e arrogante, a um mero arraial: o
Arraial do Curral Del Rey.
Nos vemos na
Feira, na nossa Feira, a Feira Hippie que
todo o Brasil ama e respeita. |
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3º Encontro dos Movimentos Sociais -
preparação
16/04/2011
- Enviado por Carlos Soares

Atendendo ao
convite do
companheiro Ricardo Alves de Oliveira,
articulador estadual do Ministério do
Desenvolvimento Agrário, a ASSEAP,
representada pelo coordenador político, Alan
Vinícius, compareceu à reunião preparatória
do 3º Encontro dos Movimentos Sociais.
Na reunião, dirigentes das
diversas entidades representativas dos
movimentos sociais e populares
apresentaram os informes sobre as ações de preparação que
cada qual está realizando.
Convidado, não
pude comparecer, mas assumi o compromisso de
divulgar o encontro da forma que me for
possível. Tentarei estar presente à reunião
da comissão de comunicação que acontecerá
neste domingo, na sede da ASSEAP, às 18h00. |
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Clipping
15/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Hoje Em Dia - 15/04/2011
Feirantes da Afonso
Pena vão tentar cancelar licitação
O coordenador
da associação dos expositores garantiu que o
edital não pode ter continuidade, já que o
mérito terá que ser julgado em segunda
instância
Após o processo
de licitação que irá selecionar os novos
expositores da Feira de Artes e Artesanato
da Avenida Afonso Pena ter sido reconhecido
como válido pelo juiz da 3ª Vara de Fazenda
Municipal de Belo Horizonte, Alyrio Ramos,
na quinta-feira, os atuais feirantes
informaram que vão recorrer da decisão e
tentar, mais uma vez, cancelar o concurso.
Segundo o
coordenador da associação dos expositores da
feira, Alan Vinícius, o edital ainda não
pode ter continuidade, já que o mérito terá
que ser julgado em segunda instância pelo
Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
“Só quando o
processo passar por todas as instâncias é
que a situação será concluída. Enquanto
isso, a licitação continua suspensa. Vamos
recorrer e estamos otimistas de que, na
segunda instância, teremos parecer favorável
ao nosso pedido”, disse.
Por meio da
assessoria de imprensa, a Prefeitura de Belo
Horizonte (PBH) informou apenas que vai
acompanhar os trâmites da Justiça.
Na última
decisão, Alyrio Ramos confirmou o que tinha
feito na primeira liminar, em fevereiro de
2011. Ele não reconheceu o “caráter
discriminatório e irregular a licitação”,
objeto do mandado de segurança impetrado
pela associação de expositores.
Depois da
primeira decisão, os representantes dos
feirantes conseguiram suspender o processo
de seleção de candidatos à permissão de uso
do espaço público, por meio de recurso de
agravo de instrumento. |
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Miopia tem cura. Cegueira, não!
15/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Será que o MIUP,
Movimento Informal Unidos do Prefeito, está
perdendo um de seus mestres-sala? Tem gente
que parece ter enxergado o óbvio.
Alvíssaras! |
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Juiz julga improcedente ação da ASSEAP
15/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Matéria
publicada hoje pelo Estado de Minas,
aqui,
informa sobre a decisão do juiz Alyrio Ramos
de julgar "improcedente a ação impetrada
pela ASSEAP, o que resultou na queda da
liminar concedida pelo Tribunal de Justiça,
em 29 de março, que suspendia o
procedimento".
Não vejo na
decisão do juiz Alyrio nenhum motivo de
surpresa e nem de preocupação. Os
antecedentes, as diversas decisões do
indigitado juiz já nos permitia prever o
futuro das ações que se encontram sob sua
responsabilidade.
No caso em
pauta, mesmo recebendo parecer contrário do
Ministério Público, o juiz Alyrio manteve
sua convicção favorável ao Edital do
prefeito. Não nos cabe questionar as razões
de tão arraigada convicção, porém, tomando
por base a praticamente unânime rejeição
pela sociedade, pelos políticos, pelo
Ministério Público e pelos desembargadores
do TJMG, é lícito considerar que a Justiça
prevalecerá e a sentença do juiz Alyrio será
reformada em segunda instância.
De acordo com
advogados ouvidos por mim, a liminar
concedida pelo TJMG continua em vigor até o
fim do processo. Aos que estão torcendo
contra e vibrando com a suposta derrota dos
expositores, melhor rever os conceitos, pois
não é verdade que a liminar tenha "caído".
Amigo expositor,
não há razão para intranquilidade, permaneça
atento, informado e sem perder de vista
aqueles que de forma velada, ou nem tão,
seguem o jogo e a cartilha do prefeito. O
recurso à esperada sentença do juiz Alyrio
já está sendo redigido e será apresentado em
momento oportuno.
Vamos fazer mais
uma grande feira neste próximo domingo, com
o empenho e a dignidade de sempre.
Vem aí o I Seminário Nacional Feira Hippie. |
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Denegada a segurança
14/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
O juiz da 3ª
Fazenda Municipal, Alyrio Ramos, denegou
hoje a segurança pedida em
processo movido
pela ASSEAP contra o Edital de licitação da
Feira Hippie. Mais detalhes amanhã.
Não há razões
para que os colegas se preocupem, a ASSEAP já
está providenciando o recurso junto aos
desembargadores do TJMG. Informo que
continua valendo a liminar que suspendeu a
licitação.
Depois de
condenado pela sociedade, pela Câmara
Municipal, pela Assembleia Legislativa de
Minas Gerais, pela imprensa e pelos
meritíssimos desembargadores do TJMG, me
causou estranheza a decisão do juiz Alyrio em favor do Edital da PBH. |
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3º Encontro dos Movimentos Sociais -
preparação
14/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
O companheiro
Ricardo Oliveira, articulador estadual do
Ministério do Desenvolvimento Agrário,
convida os colegas expositores e em especial
os dirigentes das entidades representativas
da Feira Hippie, para as reuniões
preparatórias do 3º Encontro dos Movimentos
Sociais que acontecem no Sindicato dos
Jornalistas - Av. Álvares Cabral, 400,
centro.
A próxima
reunião será nesta sexta-feira, 15/04/2011,
às 18h30. |
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ALMG - Audiência pública
14/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Colaboração: Carlos Daniel de Souza
A Feira da Afonso Pena deve ser tema de
audiência pública
Deputados da
Comissão de Cultura da Assembleia
Legislativa de Minas Gerais querem debater o
projeto de lei que declara como patrimônio
turístico e cultural de Minas Gerais a Feira
de Artes e Artesanato da avenida Afonso
Pena, em Belo Horizonte, conhecida como
Feira Hippie.
Requerimento do
deputado Rogério Correia (PT) sugerindo a
realização de audiência pública para
discutir o assunto foi aprovado na reunião
desta quarta-feira (13/04/11). Uma emenda da
deputada Luzia Ferreira (PPS) também foi
aprovada, acrescentando à lista de
convidados demais entidades representativas
dos artesãos da feira e representantes do
Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e
Artístico de Minas Gerais (IEPHA). Em sua
justificativa, Rogério Correia lembra que a
feira conta com mais de 2,5 mil expositores
e recebe visitantes de todos os cantos do
País, o que legitima sua transformação em
patrimônio turístico e cultural da capital.
O presidente da
comissão, deputado Elismar Prado (PT)
completou que os feirantes vivem o iminente
risco de ver a feira ser extinta, por falta
de acordo com a Prefeitura de Belo
Horizonte, tornando o debate ainda mais
importante.
Presenças:
Deputados
Elismar Prado (PT), presidente;
Luzia Ferreira
(PPS), vice;
Rômulo Veneroso
(PV) e
Tenente Lúcio
(PDT).
Fiquem atentos,
assim que a data da audiência for confirmada
informaremos neste sítio. Este projeto de
lei que declara a Feira Hippie como
patrimônio turístico e cultural de Minas
Gerais e que está em discussão na ALMG é
importante para nós e merece apoio total.
O tombamento, a
declaração da Feira Hippie de Belo Horizonte
como patrimônio Cultural e Turístico do
Estado será o reconhecimento oficial do
status que a Feira já desfruta na sociedade
e preservá-la-á da sanha destruidora e dos
conluios entre administradores mal
intencionados e vigaristas "de todas as
espécies". |
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Um novo leiaute para um novo tempo
13/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Nestes próximos
dias estarei atualizando e melhorando o
site. Comecei pelo leiaute, espero que
agrade. Em breve retomo a criação de links e
de páginas para quem deseja ser parceiro do
feirahippie.com.
Amanhã retomo as
postagens, só boas notícias, espero.
Aproveite a semana, prepare uma grande feira
para o próximo domingo. Nossos clientes
merecem.
Vem ai o I
Seminário Nacional Feira Hippie, aguarde! |
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Enfim uma grande notícia
11/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Hoje NÃO TEM
NOTÍCIA!
Não tem boletim
para comentar, nem da ASSEAP e nem do MIUP.
Não tem nenhuma nova covardia ou
despropósito da PBH do Sr. Lacerda. Talvez
coubesse a denúncia de certos e-mails
enviados sem a solicitação dos colegas,
baseados em dados fornecidos pela PBH e
referentes ao Edital, mas convenhamos, seria
dar importância a quem já não tem nenhuma.
Guardaremos este
fato, o uso para SPAM, por terceiros, dos
dados confiados à PBH, para usá-lo quando
necessário, todos os e-mails estão
catalogados e arquivados. Quem recebeu e
ainda não repassou, para este sítio ou para
a ASSEAP, é só enviar, use a opção
"encaminhar" e informe o e-mail
contato@feirahippie.com.
Então é isto,
temos que comemorar o retorno à normalidade,
as boas vendas destas duas últimas semanas e
a perspectiva de novos tempos, novos
caminhos.
Fale de seu
trabalho, fale muito, fale bem de NOSSA
feira, a Feira Hippie de Belo Horizonte, a
maior feira a céu aberto da América Latina,
Patrimônio Cultural e Turístico de nossa
cidade, assim reconhecida pela população
local e pelos milhares de visitantes de todo
o mundo ! |
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Dona do Centro Cape vai processar a ASSEAP
09/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Primeiramente
quero explicar aos colegas que a publicação
do e-mail enviado pela proprietária do Mãos
de Minas e do Centro Cape, Sra. Tânia
Machado, a pessoas do seu círculo e
repassado a mim por uma colega, deve-se ao
fato de que não pretendo, na medida do
possível e da estratégia em curso, sonegar
este tipo de informação aos colegas
expositores.
O inteiro teor
da mensagem da Sr. Tânia você encontra
aqui. O e-mail tem origem no endereço
ccape@centrocape.org.br e pela análise
do estilo a chance de ser falso é zero.
Interpretar e
tirar conclusões do texto é tarefa pessoal
de cada colega, farei, no entanto, alguns
comentários, apenas para agregar informações
às expressas na mensagem da referida
senhora.
A afirmação de
que os dirigentes da ASSEAP serão acionados
conforme manda a Justiça, um direito da Sra.
Tânia, acredito que foi comemorada pelos
colegas da ASSEAP. Nos processos por crime
de calúnia a exceção da verdade
é admissível como regra. Saiba mais sobre o
instituto da exceção da verdade,
aqui.
A afirmação de
que ela, a Sra. Tânia Machado, não
preside o Mãos de Minas desde 1997 pode
até ser
verdadeira, porém, é hilária. A Sra. Tânia
Machado não preside, mas age como a DONA, e não apenas do
Mãos de Minas mas também do Centro Cape,
leia nas palavras dela mesma:
"Olha, to (sic) numa falta de paciencia
(sic) com quem tem falta de energia que
decidi mandar embora do Centro Cape e Mãos de Minas todo mundo que anda
arrastando o pé como se tivesse doente…"
Aqui.
O texto acima
foi publicado no blog da Sra. Tânia em
05/04/2010 e é auto-explicativo.
A afirmação de
que o Centro Cape não tem artesãos
associados é falaciosa. O Centro Cape faz
parte de uma "holding" que eles chamam por "Grupo
de Desenvolvimento", deste "grupo" faz
parte o Mãos de Minas, logo, é apenas
meia-verdade dizer que o Centro Cape não tem
artesãos associados. Valendo o que a Sra.
Tânia diz sobre o Centro Cape não ter
associados, não teria também "micro
crédito", pois este era ofertado por outro
"parceiro" do "Grupo de Desenvolvimento", o
Banco do Povo, atualmente inadimplente após
"má governança".
Sobre as
visitas, a situação em seu todo é suspeita,
vejamos: para que a PBH queria confirmar os
dados dos artesão, se eles os têm com Xerox
e tudo mais? Qual a utilidade deste
"recadastramento" no final do ano de 2010,
se a pretensão da PBH era desalojar 90% dos
atuais expositores e ACABAR com A Feira
Hippie em 2011. É uma questão para lá de
controversa e creio que a exceção da
verdade ajudará a elucidar.
Veja esta
afirmação contida na mensagem:
"Na época, 535
expositores não foram encontrados, ou não
estavam em casa quando da visita de
checagem. Agora, com o cadastramento para
o Processo Seletivo a Prefeitura localizou
os novos endereços e nos solicitou a fazer a
complementação da pesquisa."
Aqui há uma
confissão de que os dados do Edital,
suspenso pelos Desembargadores do TJMG,
estão sendo usados. Sou ignorante em matéria
de Direito, como em tudo mais, mas ficou
claro que estão usando os dados obtidos por
meio do Edital embargado.
As ilações sobre
"expositores que possivelmente não são
artesãos" não passa disto, ilação!
Interessante que
o Centro Cape tenha recebido R$ 128.000,00,
SEM LICITAÇÃO, para "apoiar" na concepção do
Edital, "incluindo ai a discussão com um
grupo focal" e o resultado tenha sido aquilo
que se viu: provavelmente o Edital mais
absurdo, grotesco e sem nexo já produzido no
país, opinião unânime dentre os que o
analisaram desinteressadamente. Parabéns ao
Centro Cape, à Sra. Tânia Machado, ao seu
"grupo focal" e à PBH, esta, pela brilhante
escolha.
Resumindo o
"conjunto da obra" posso tirar as seguinte
conclusões:
A Sra. Tânia
Machado confessa que estão usando os dados
obtidos por meio do Edital embargado pelos
meritíssimos Desembargadores do TJMG;
A Sra. Tânia
Machado, através do Centro Cape, "OSCIP"
onde ela
manda e desmanda, participou, em fins de
2010, de uma "atualização dos dados dos
expositores", desnecessária, posto que em
março daquele mesmo ano houve o
recadastramento, como ocorre a mais de 6
anos. Em dezembro de 2010 eis o Centro Cape,
inocentemente, participando da elaboração do
famigerado Edital e em fevereiro de 2011 a Sra. Tânia,
candidamente, dizendo estar "assistindo de
longe".
Que venha o
processo, nós expositores da Feira Hippie de
Belo Horizonte queremos a verdade. |
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Apurando os fatos, correção
07/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Para
conhecimento dos colegas, informo que não
está claro a finalidade das visitas
realizadas pelo Centro Cape, em nome da PBH.
A maioria dos colegas que receberam a visita
relatam a informação, passada
pelo motoqueiros "fiscais", que tratava-se
de visita referente ao Edital. Esta versão é a única documentada,
pois relatada no Boletim de Ocorrência
registrado pelo colega Marcos Diniz,
aqui.
Estou tentando
apurar e informarei qualquer novidade.
Caso receba a visita em questão, não deixe
de documentá-la, anote a placa do veículo,
solicite do agente o nome, a entidade e o
propósito da vista, grave tudo se puder.
Receba apenas de assim o desejar. Faça a
ocorrência policial. Você não é obrigado a
receber nenhum agente terceirizado em sua
oficina ou residência, seja pelo motivo que
for.
Se você recebeu
este tipo de visita nos últimos dias, por
favor, relate para nós a sua experiência,
use a área de contato deste sítio.
Saiba mais, leia
matéria sobre o Poder de Polícia na
Administração Pública,
aqui.
A informação é o melhor antídoto e defesa
contra o atual estado de arbitrariedade,
ilegalidade e insanidade que impera na PBH
do Sr. Lacerda.
DOC
Poder
de Polícia
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Atenção, alerta do Dr. Helson Rezende
07/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
O advogado Dr.
Helson Rezende envia mensagem onde me alerta
sobre estas visitas atuais do Centro Cape.
Informa que estas não se referem à licitação
e sim a uma pretensa "fiscalização". A PBH
teria contratado o Centro Cape, da Sra.
Tânia Machado, para fazer uma fiscalização
na casa ou oficina dos expositores. Informa
também que
Centro Cape foi beneficiado com 3 contratos,
todos SEM LICITAÇÃO, óbvio:
1) Licitar a Feira
2) Fiscalizar a Feira e
3) Oferecer cursos à Feira.
A legalidade
desta contratação e dos procedimentos será
analisada e medidas serão tomadas. Fica
difícil, neste momento, aconselhar os
colegas sobre a melhor forma de agir. Tenho
para mim que a contratação do Centro Cape
para este tipo de trabalho, se não for
ilegal, e isto decidirá a Justiça, é
totalmente imoral e indigna. Como sabemos
todos, da atual administração da PBH pode-se
esperar tudo, menos dignidade no trato com
os expositores.
Caso deseje,
receba o "fiscal", mas não sem antes exigir
deste identificação pessoal, laboral e de
propósitos. Grave toda a visita. Use o
celular. Você não é obrigado a receber
nenhum terceirizado em sua casa ou local de
trabalho. Não desejando receber o "fiscal",
exija mandato expedido por autoridade
competente para tal. Caso o "fiscal" informe
que a visita refere-se ao Edital, não o
receba, chame a Polícia e faça a ocorrência.
Em breve
postarei mais detalhes sobre esta nova
investida da PBH e podem ter a certeza de
que neste momento a ASSEAP já está cuidando
de ação que iniba mais esta "patuscada" da
turma do Sr. Lacerda e de seu insano e mal
intencionado afã de ACABAR com a Feira
Hippie.
Aguarde
informações mais detalhadas nas próximas
horas.
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Do Blog Eu Amo a Feira
06/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Denúncia
Prefeitura
pagou R$ 2.272.100,00 (Dois Milhões,
Duzentos e Setenta e Dois Mil e Cem Reais)
para entidade suspeita fazer a licitação da
feira.
A senhora Tânia
Machado da Associação Mãos de Minas - Centro
Cape, (31) 3282-8272, está descumprindo
decisão judicial ao enviar motoqueiros para
as casas e fábricas dos expositores da Feira
Hippie. Os motoqueiros informam que estão
trabalhando para a Prefeitura e Centro Cape,
colhendo dados para a licitação da feira.
Segundo se sabe a justiça suspendeu o
processo de licitação e esse fato
caracteriza descumprimento de decisão
judicial. Processo:
0067775-15.2011.8.13.0000 - TJMG -
Unidade Goiás, (31) 3237-6568.
Um expositor foi
ameaçado na porta de sua casa, quando
solicitou ao motoqueiro que se identificasse
no dia 04 de Abril. “Tenho todos os seus
dados e vou te pegar na rua e chutar a sua
cara” gritava o motoqueiro depois que ele
teve a entrada na casa do expositor negada
por falta de identificação. O expositor da
feira fez um boletim de ocorrência na PM.
Segundo
apuramos, a senhora Tânia Machado estaria
tentando justificar o contrato com a
Prefeitura para fazer a licitação da feira.
Valor: R$ 2.272.100,00 (Dois Milhões
Duzentos e Setenta e Dois Mil e Cem Reais).
Assinatura: 01/12/2010. Registro na PGM:
08/2/2011. Livro: 130 Folhas: 08.
Essa senhora
através de suas entidades, Mãos de
Minas - Centro Cape, é suspeita de
participar de um esquema de vendas de notas
fiscais, cobrando uma porcentagem dos
artesãos que necessitam despachar alguma
mercadoria. Segundo consta, a prestação de
contas das entidades que servem de fachada
para os negócios de Tânia Machado, escondem
um rombo muito grande e malversação do
dinheiro público, pois todas as suas
atividades são feitas com verbas públicas
através de cotas de patrocínio, inclusive a
Feira Nacional do Artesanato que é realizado
todo final de ano no Expominas.
Para mais
informações:
ASSEAP -
Associação dos Expositores da Feira da Av.
Afonso Pena - (31) 9648-9974.
Blog Eu Amo a Feira
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Suposto funcionário do Centro Cape ameaça
colega
06/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
O colega Marcos
Diniz, o Marquinho, foi ameaçado por um
provável funcionário do Centro Cape. O fato
se deu em sua residência, onde recebeu a
visita de um motoqueiro que se apresentou
como funcionário do Centro Cape, da
empresária Tânia Machado, à serviço da PBH e
com a finalidade de realizar um
"recadastramento" relacionado ao
Edital.
Ciente de seus
direitos, nosso colega se recusou a fazer o
tal "recadastramento" e ainda pediu que o
tal agente se identificasse e por isto foi
covardemente ameaçado. Um
Boletim de
Ocorrência foi lavrado na 7ª Delegacia
Distrital / Noroeste, e o proprietário da
moto, que tem placa HDL-6566, já foi
identificado: Ramon é seu primeiro nome. A
polícia investigará o fato.
Caro expositor,
caso você receba a visita de um emissário da
PBH ou de seus "parceiros" referente à
licitação, não hesite, pergunte ao agente o
seu nome e a entidade que ele representa,
anote a placa do veículo que ele estiver
usando e chame a polícia. Caso o agente se
retire antes da chegada da polícia vá a uma
delegacia e registre a ocorrência.
O Edital está
suspenso por ordem da Justiça e qualquer
ação em nome deste é ilegal, não se
intimide.
DOC
Boletim
de ocorrência - 05/04/2011
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TV Feira Hippie apóia o Minas Sem Censura
06/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Atendendo ao
convite do deputado Rogério Correia
comparecemos à reunião do bloco
parlamentar Minas Sem Censura, na Assembleia
Legislativa de Minas Gerais. A Feira Hippie,
por meio deste sítio e da ASSEAP,
provou mais uma vez que está unida e que não
abandona os amigos, éramos maioria entre os
movimentos sociais que prestigiaram o
evento.
A "TV Feira
Hippie" esteve lá e registrou
alguns
momentos:
A intervenção
inicial do deputado Rogério Correia;
parte da
intervenção do Frei Gilvander sobre as
comunidades Dandara, Camilo Torres e Irmã
Dorothy;
a intervenção do
vice-presidente da Nova Central, Davi e
parte da
intervenção de Beatriz Siqueira, do Sindi
UTI.
VID
Minas
Sem Censura - 05/04/2011
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Missa em ação de graças
04/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
A Missa em Ação
de Graças reuniu um número expressivos de
colegas e da comunidade. Assista o vídeo,
aqui. A ASSEAP e o feirahippie.com
agradecem aos colegas e à comunidade pelo
apoio e comparecimento.
VID
Missa
em Ação de Graças - 04/04/2011
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Enquanto isto no Arraial do Curral Del
Rey...
04/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Pautados pelo
MAL e sem medo do ridículo
Emissora de TV
sai à caça de pessoa que tenha sido furtada,
roubada ou assaltada na Feira Hippie de Belo
Horizonte. Veja,
aqui. Hilário:
Cena 1
- A senhora não
esta preocupada com a sua bolsa?
- Não.
- Sabia que tem
muito roubo aqui na feira?
- Não. Frequento
a feira a mais de 10 anos e nunca me
aconteceu nada.
- Ah, então tá,
muito obrigado.
Cena 2
- Nestas compras
já levaram, já tentaram...
- Não!
- Mas já
tentaram?
- Não!
- Uai!!! Mas o
senhor acabou de falar que já tentaram...
- Mas não
aqui...
- Aaah tá, então
em outro lugar.
- Mas eu
realmente... É cortado pela repórter.
- Então tá, tá
bom, não deu...
Jornais que
circularam na semana passada, após a
concessão de liminar pelos desembargadores
do TJMG também participaram da farra. Um
deles afirma que a Feira é reduto de
"eletrônicos asiáticos" e nem mais é
conhecida pelo nome de Feira Hippie. Outro
afirma que faturamos em 4 domingos mais do
que lojas estabelecidas faturam em 24 dias.
O "jornalista", não identificado, não
informou em quais lojas baseou sua afirmação,
mas pelo faturamento dos colegas que menos
vendem, tenho certeza se tratar das Lojas
Americanas.
A MIUP,
Movimento Informal Unidos do Prefeito,
insinuou que os Desembargadores do TJMG
concederam a liminar aos expositores após
algum tipo de pressão da PBH.´
É isto, amigo
expositor, esteja atento, aqueles que
desejam acabar com a Feira Hippie de Belo
Horizonte não pouparão recursos, por
ridículos que sejam, para conseguir o seu
intento. Mantenha-se confiante, mobilizado e
informado. Fale muito, fale bem da NOSSA
feira. |
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Do boletim da ASSEAP
04/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Boletim ASSEAP - 03/04/2011
Informa sobre a
Missa em Ação de Graças, Catedral da Boa
Viagem, hoje, segunda-feira, 04/04/2011, às
18h00. Compareça.
Informa sobre
nossa vitória na Justiça e tece
considerações sobre o fato.
Informa sobre o
Seminário Nacional Feira Hippie. Aguarde,
mais informações em breve.
Informa sobre as
ações da Sra. Tânia Machado e de seus
tentáculos, Mãos de Minas / Centro Cape e
disponibiliza o número do contrato assinado
pelo Centro Cape e a PBH no valor de
irrisórios R$ 2.272.100,00 (Dois milhões,
duzentos e setenta e dois mil e cem reais).
Pela milésima
vez, o MP vai continuar se fingindo de
morto? Até quando? Por que? |
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Velhos e novos tempos, na sala de cultura...
02/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Estava devendo e
caprichei, são 11 vídeos com o som
equalizado e melhorado, na
sala de cultura.
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O manifesto da AMO-TE
02/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
A Associação
Mineira de Ecoturismo - AMO-TE enviou a este
site um manifesto de apoio à Feira Hippie de
Belo Horizonte, veja
aqui.
A manifestação é
o primeiro ato de uma relação que tem por
objetivo agregar valor e expandir
oportunidades. |
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O convite do deputado Rogério Correia
02/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Clique na
imagem para visualizar o boletim completo
CONVITE
O bloco
parlamentar MINAS SEM CENSURA (MSC) composto
por 23 deputados do PT, PMDB, PCdoB e PRB em
oposição ao projeto tucano e, como meio de
expressão e apoio ao governo democrático da
presidenta Dilma Rousseff em Minas, convida
os movimentos sindicais e sociais para uma
reunião dia 05/04/2011, terça-feira, às 17
horas no Auditório da Assembléia Legislativa
de Minas Gerais.
Em Minas vivemos um verdadeiro estado de
exceção, governado por Leis Delegadas e que
com ostensiva propaganda paga nos meios
comerciais, divulga-se um paraíso regional,
uma ilha de excelência, "acima da média" do
país, como se os problemas mineiros fossem
de responsabilidade da União e dos
municípios.
A educação, a saúde, a segurança, o meio
ambiente, o saneamento, o direito a um
transporte coletivo eficiente só existem no
mundo virtual "3D" tucano. A adesão, omissão
e submissão de instituições e meios de
comunicação que teriam um papel de defesa
dos direitos democráticos, de respeito a
plena cidadania e autonomia da sociedade
civil organizada, se curvaram a esse estado
de exceção que instaurou-se em Minas.
Respeitando a autonomia de todos os
movimentos organizados, preservando o Poder
Legislativo, o bloco MINAS SEM CENSURA
considera que somente a união dos principais
atores políticos mineiros é capaz de
enfrentar essa máquina de opressão,
manipulação e cooptação do governo
encastelado em Minas Gerais.
Deputado Rogério Correia
PT/MG Líder do
Bloco Minas Sem Censura |
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Missa em ação de graças
01/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
A ASSEAP convida
a todos os expositores para a Missa em Ação
de Graças que fará celebrar na Catedral da
Boa Viagem na próxima segunda-feira, dia
04/04/2011, às 18h00.
O convite é
extensivo a toda a comunidade e em especial
aos vizinhos de nossa feira, aos
comerciantes do entorno, aos fornecedores,
aos pipoqueiros, donos de bancas de revista,
engraxates, representantes dos movimentos
sociais, deputados e vereadores. Enfim, a
todos aqueles que reconhecem o valor, que
participam, colaboram e realizam o maior
evento da cidade de Belo Horizonte, a Feira
Hippie.
Catedral da Boa Viagem - Dia 04/04/2011,
segunda-feira, às 18h00.
Mapa |
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A resposta do colega
01/04/2011
- Enviado por Carlos Soares
Para
conhecimento dos colegas, a resposta do
colega Apolo Costa às minhas críticas,
aqui.
Mantenho todas
as críticas, ipsis verbis. |
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Rumo a novos desafios
31/03/2011
- Enviado por Carlos Soares
A ASSEAP está
tentando organizar uma Missa em ação de
graças nesta próxima segunda-feira, dia
04/04/2011, às 18h00, na Catedral da Boa
Viagem.
Se na celebração
anterior agradecíamos a força que nos uniu,
nada mais justo do que, neste momento de
alegria, agradecermos as conquistas que esta
união nos trouxe e refletirmos sobre o
amanhã.
Novas idéias
estão surgindo, amadurecendo. Em breve
falaremos mais sobre isto e desejamos desde
já contar com sugestões e participação de
todos. |
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O EDITAL ESTÁ CANCELADO
31/03/2011
- Enviado por Carlos Soares
O jornal O Tempo
informou que a PBH planeja licitar todas as
22 feiras permanentes da cidade. Informou
também sobre a decisão unânime do TJMG de
conceder liminar em processo movido pela
ASSEAP e suspender o processo de licitação.
Saiba mais,
aqui.
A comentar
apenas a fala do colega Marco Melo que
afirmou: "...o clima atual é de apreensão,
medo e insegurança...". Não é o que venho
sentindo.
A audiência
deste modesto sítio bateu recordes nestes
últimos dias e as manifestação que tenho
recebido são de muita esperança, alívio e
confiança cada vez maior nas lideranças que
nos conduziram à vitória nesta batalha. E
mais importante, a euforia de momento não
diminuiu a consciência de que a luta não
terminou.
Este é hoje o
nosso maior trunfo: expositores bem
informados, conscientes de seus direitos e
do valor da mobilização, gente que não mais
se assusta com meia dúzia de ameaças veladas
e nem se deixa seduzir pelas artimanhas
engendradas nos gabinetes.
A destacar a
afirmação do colega Apolo Costa: "os
feirantes até aceitam a licitação, mas
apenas para as vagas em aberto na feira".
DOC
O
Tempo - 31/03/2011 |
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O EDITAL ESTÁ CANCELADO
30/03/2011
- Enviado por Carlos Soares
Vereadores
comentam decisão judicial que suspendeu
edital de licitação,
aqui. O
vereador Hugo Thomé foi o único membro da
Comissão Especial da Feira Hippie que não
comentou.
DOC
CMBH
- 30/03/2011 |
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O EDITAL ESTÁ CANCELADO
30/03/2011
- Enviado por Carlos Soares
Reportagem
publicada hoje, 30/03/2011,
no jornal Estado de Minas,
aqui,
informa sobre a suspensão do Edital por
medida liminar concedida pelo TJMG e sobre a
decisão da PBH de recorrer. Até ai tudo bem,
jornalismo. Ao fim da matéria vem uma
"análise da notícia" que é completamente
despropositada:
"A feira foi
criada para servir de vitrine ao artesanato
mineiro, apreciado até no exterior. Começou
na Praça da Liberdade de onde saiu porque a
gordura das barracas de pastéis e
churrasquinhos atraía ratos e ameaçava os
jardins e até as palmeiras imperiais. Foi
para a Avenida Afonso Pena e sobreviveu
dentro de seu nobre princípio até ser
assediada por vendedores de mercadorias
alienígenas, entre as quais eletrônicos
asiáticos. Independentemente da polêmica
envolvendo a licitação, a Prefeitura de BH
tem uma preocupação justa: acabar com a
invasão de mercadorias e bugigangas
industrializadas. Pelo menos isso tem de
ficar claro em qualquer proposta de ocupação
do espaço, chamado em outros tempos de feira
hippie. (Arnaldo Viana) "
A primeira parte
da "análise" é simplória. A Feira Hippie
não foi "criada", para ser "vitrine" ou o que
quer que seja, aconteceu espontaneamente e
por acaso. Reduzir a "a gordura das barracas
de pastéis e churrasquinhos que atraia
ratos" os problemas que a Feira
enfrentou ao crescer e atingir uma dimensão que a Praça da Liberdade não mais
comportava, é
risível. Em 1993 os raticidas já tinham alta
eficácia, o princípio ativo permanece o
mesmo até hoje, e, pasmem, nesta época já
existiam os vasilhames capazes de recolher e
armazenar a gordura dos "pastéis e
churrasquinhos". Materiais de limpeza,
equipamentos e gente para realizar a limpeza
pós feira também existiam, penso eu. Assim
sendo e estando o esclarecido analista
correto, já naquela época a PBH usava de
argumentos pífios para cumprir os seus
intentos e conseguia, com estes, ludibriar
até mesmo os editores de cadernos
importantes de jornais mineiros. Santa
desinformação, Batman!
Afirmar que a
Feira foi para a Afonso Pena e "sobreviveu
dentro de seu nobre princípio até ser
assediada por vendedores de mercadorias
alienígenas, entre as quais eletrônicos
asiáticos." revela ignorância ou má fé pura
e simples.
Para a Av.
Afonso Pena não convergiu apenas a feira da
Praça da Liberdade, mas todas as feiras que
aconteciam no hiper-centro da cidade, tipo a
da Praça Raul Soares. Com esta mudança e a
reunião de todas as feiras em um mesmo
espaço é que surge a Feira de Artes,
Artesanato e PRODUTORES DE VARIEDADES da
Avenida Afonso Pena. É com este mix que a
Feira Hippie de Belo Horizonte,
denominação mantida com carinho pelo povo de
BH e pelos visitantes, atinge seu auge em
vendas, número de expositores, número de frequentadores e,
sobretudo, EM GERAÇÃO DE EMPREGOS.
O que era só uma
feirinha de artesanato, serve hoje de
desculpa para ataques inconseqüentes e
descabidos perpetrados por singelos saudosistas que
ainda andam pelo tempo da TV a válvula ou
aos, simplesmente, mal-intencionados. A
Feira Hippie de hoje, maior feira a céu
aberto da América Latina e maior evento da
cidade de Belo Horizonte é fruto da
história, da evolução natural de todas as
coisas.
Dizer que a
Feira Hippie comercializa "eletrônicos
asiáticos" é somente isto: MENTIRA. Se por
ignorância ou má fé, não sei. Mesmo com toda
a falta de fiscalização nestes últimos 6
anos não existe comércio de eletrônicos na
Feira. Por acaso o autor de tão arrazoada
análise esta
acusando de PREVARICAÇÃO aos agentes públicos da PBH,
responsáveis pela fiscalização da Feira
Hippie? Seria
interessante, neste caso, acionar o MP.
A preocupação da
PBH jamais foi justa, é obscura, imoral e
provavelmente desonesta. Tenho esta
impressão, mormente quando analiso os fatos
que cercam esta licitação e as "análises"
que vira e volta são publicadas.
Para não deixar
dúvidas e expor a sua completa falta de
informação o nobre "analista" dispara:
"chamado em outros tempos de feira hippie".
Prezado, pesquisa realizada em 2008 pelo
Instituto Izabela Hendrix, em parceria com o
Banco do Brasil, apontou que a Feira da
Avenida Afonso Pena foi e continua sendo
conhecida e chamada por FEIRA HIPPIE
de Belo Horizonte.
Como assinante
do jornal Estado de Minas faço a minha queixa
veemente contra este tipo de análise
despropositada e sem laivos de verdade. Não
pago para receber meras aleivosias.
Há algo de podre
no reino da cidade, chamada em outros
tempos, Arraial do Curral del Rey.
DOC
Estado
de Minas - 30/03/2011 |
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O EDITAL ESTÁ CANCELADO
29/03/2011
- Enviado por Carlos Soares
Hoje Em Dia - 29/03/2011
Liminar suspende edital da Feira da Afonso
Pena
Decisão
parcial da Justiça foi comemorada pela
Associação dos Expositores da Avenida Afonso
Pena
Danilo Emerich -
Repórter
Liminar
concedida na tarde desta terça-feira (29)
suspendeu o polêmico edital da Feira de
Artes e Artesanato da Avenida Afonso Pena. A
sentença foi proferida pelo desembargador
Eduardo Andrade, da 1ª Câmara Cível do
Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que
entendeu que se o processo licitatório
prosseguisse poderia gerar prejuízos aos
expositores. A assessoria de Imprensa da
Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou
que a Procuradoria Geral do Município irá
avaliar a decisão da Justiça para se
pronunciar.
A liminar será
publicada no Diário Oficial do Município
(DOM) e volta para a 3ª Vara da Fazenda do
TJMG, onde ainda será julgado o mérito do
recurso, sem data definida para ocorrer. De
acordo com o processo, a Associação dos
Expositores da Feira de Artes e Artesanato
da Afonso Pena (ASSEAP) alegou que os atuais
expositores estariam impedidos de continuar
a exercer suas atividades devido às normas
do edital que, segundo ela, contém
irregularidades.
Na sentença, o
desembargador Eduardo Andrade disse que os
princípios da legalidade, impessoalidade e
razoabilidade foram contrariados. “O
critério socioeconômico que discrimina
alguns e privilegia outros não pode ser
tolerado pelo Direito. Cabe ao Poder
Judiciário garantir a obediência a esses
princípios, sem discriminações ou
privilégios a quem quer que seja, afinal
todos devem merecer o mesmo tratamento por
parte da Administração Pública”, sustentou.
O edital,
publicado em dezembro de 2010, selecionaria
novos ocupantes das 2.292 barracas da feira
a partir do grau de escolaridade e de
critérios socioeconômicos. O processo foi
alvo de diversas manifestações contrárias
por parte dos expositores da feira. A Câmara
Municipal chegou a apontar 18
irregularidades no edital.
O presidente
ASSEAP, Alan Vinícius, comemorou a decisão
da Justiça. Ele disse que todos os
profissionais que trabalham no espaço estão
aliviados. “Todos estavam sofrendo e
temerosos de perder o emprego. Provamos que
tínhamos razão quanto as irregularidades. A
prefeitura queria acabar com o evento e a
Justiça reconheceu isso. Provamos, sem
deixar nenhuma duvida, que a feira é maior
que todos. É um patrimônio na cidade”,
declarou.
Alan afirmou que
não espera que a PBH recorra da decisão. O
presidente da ASSEAP ressalta que espera que
o Governo abra diálogo com os expositores.
“Não há espaço para mudanças de maneira
unilateral, mas há para conversas. Temos
propostas, como qualificação dos
expositores, banheiros mais adequados e mais
divulgação”, disse.
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O EDITAL ESTÁ CANCELADO
29/03/2011
- Enviado por Carlos Soares
"E nem se diga
que o Município de Belo Horizonte se valeu
de seu poder discricionário, primeiro que
tal não se dá aqui e ainda que fosse assim,
o poder discricionário também tem limites e
não pode afrontar princípios universalmente
consagrados."
Desembargador
Eduardo Andrade
"A
discricionariedade pode muito mas não pode
tudo." Repeti esta frase algumas vezes ao
longo destes quase três meses de luta. Se o
administrador autoritário encontrou "colo e
palavras amenas" no juízo de primeira
instância, foi, agora, recolocado em seu
devido lugar pela sábia decisão dos
desembargadores Eduardo Andrade, Geraldo
Augusto e Vanessa Verdolim. Aqui,
prevaleceu a Justiça; alhures, o acordo
espúrio.
Relatório Desembargador Eduardo Andrade |
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O EDITAL ESTÁ CANCELADO
29/03/2011
- Enviado por Carlos Soares
Estado de Minas - 29/03/2011
Justiça suspende
edital da Feira de Artesanato da Afonso Pena
Cristiane Silva
A 1ª Câmara
Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais
deferiu nesta terça-feira o pedido de
concessão de liminar para determinar a
suspensão do processo de seleção de
candidatos à uma vaga na Feira de Artesanato
da Afonso Pena, no Centro de Belo Horizonte.
A Associação
dos Expositores de Arte e Artesanato da
Afonso Pena (ASSEAP) alegou que os
atuais expositores estariam impedidos de
continuar a exercer suas atividades devido
às normas do edital, que, segundo ela,
contém inúmeras irregularidades. Ainda de
acordo com a associação, a prefeitura de
Belo Horizonte pretende passar a
administração da feira ao Instituto Centro
de Capacitação e Apoio ao Empreendedor
(Centro CAPE), em detrimento da Comissão
Paritária prevista pelo Código de Posturas
que fala em licenciamento e não em
permissão/autorização.
Para o relator
do agravo de instrumento, desembargador
Eduardo Andrade, os princípios da
legalidade, impessoalidade e razoabilidade
foram contrariados. "O critério
socioeconômico que discrimina alguns e
privilegia outros não pode ser tolerado pelo
Direito. Cabe ao Poder Judiciário garantir a
obediência a esses princípios, sem
discriminações ou privilégios a quem quer
que seja, afinal todos devem merecer o mesmo
tratamento por parte da Administração
Pública", sustentou o desembargador. |
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O EDITAL ESTÁ CANCELADO
29/03/2011
- Enviado por Alan Vinícius
Comentado
por Carlos Soares
ASSEAP
ganha
processo na justiça contra a Prefeitura
de Belo Horizonte:
O Edital
está cancelado!
Por três
votos a zero os desembargadores da 2ª
instância da justiça, definiram pelo
cancelamento do edital de licitação da PBH.
O processo
foi impetrado pela ASSEAP, que alcançou por
excelência a defesa de todos os atuais
expositores da Feira de Artes e Artesanatos
da Avenida Afonso Pena,
a NOSSA Feira Hippie.
Agradecemos a todos os desembargadores da 2ª
instância, os vereadores e deputados e
membros do executivo que apoiaram a nossa
causa.
Destacamos
a unidade e a força da mobilização de todos
os expositores que atuaram pelas mais
diversificadas formas contra o famigerado
edital.
Parabéns
expositor, você acreditou, você participou:
esta batalha, VOCÊ VENCEU! A luta
continua.
Parabéns Dr.
Helson Pereira Rezende.
A Feira Hippie,
conduzida pela ASSEAP, foi valente e ALTIVA
no enfrentamento da injustiça, será humilde
e comedida na comemoração da vitória.
Meu
agradecimento especial aos colegas da
ASSEAP, pela dedicação, pela seriedade, pela
coragem e pela inteligência na condução do
processo. |
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